Eu amo muitas pessoas.
Há pessoas a quem amo tanto que o amor que lhes tenho não me cabe no peito e salta cá para fora a todo o instante, na forma de muitos abraços, muitos beijos...
Amo o meu marido. Amo-o mais a cada dia que passa.
Amo o meu marido. Amo-o mais a cada dia que passa.
Amo a minha mãe, o meu pai, a minha irmã, amo os meus avós. Amo-os tanto que dói.
Amo a minha avó paterna desmesuradamente.
Amo os meus amigos. Amo-os a todos, ainda que deixem de me amar...
Mas só pelos meus filhos nutro amor incondicional. Ponto. Final. Parágrafo.
Os meus filhos foram gerados no meu ventre e não há, digam o que disserem, maior vínculo afectivo que aquele que liga uma mãe aos seus filhos.
Pois, com a última frase já não concordo. Percebo que o sintas, já não percebo que generalizes. Ao vivo depois podemos discutir melhor esta ideia ;-)
ResponderEliminarFilipa, acho que a palavra chave aqui é mesmo incondicional... E, atenção, que acho também que é unilateral, ou seja, eu acho que a minha mãe me ama muito mais do que aquilo que eu a amo e acho que eu amo os meus filhos muito mais do que aquilo que eles me amam. Se não for mais, é, pelo menos de uma forma completamente diferente de qualquer outro tipo de amor. Foi isso que quis dizer com a última frase. Mas, claro, podemos trocar ideias ao vivo. :)
ResponderEliminarA única coisa com que não concordo é com o "digam o que disserem..." e a generalização a seguir. Porque não tem de ser verdade para todos, eu até amava (a amo) a minha mãe incondicionalmente e amo os meus sobrinhos incondicionalmente (e não sou mãe deles).
ResponderEliminarDe qualquer forma, acho que não é preciso comparar amores e a quantidade de amor com que se ama, mas sei que é uma tentação humana. Na maior parte das vezes são incomparáveis as formas e incomensuráveis as quantidades...
Percebo o que queres dizer... :)
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